Astrologia: Nossa Assinatura Cósmica

A astróloga Christina Bastos Tigre nos dá uma luz sobre o mapa astral, instrumento básico da astrologia:

A natureza é um todo indivisível, cujas partes estão intimamente conectadas. O Sol e as estrelas atraem algo nosso e nós atraímos algo deles, pois nossos corpos astrais estão em ressonância com as estrelas e vice versa.

O mapa astrológico deve ser compreendido como um arquétipo do padrão-semente do indivíduo – a expressão simbólica de sua individualidade e, portanto, também de seu destino, já que os dois são idênticos. Indicando o tipo de semente que temos, e que frutos podem dar, ele descreve o que podemos vir a ser, caso desenvolvermos plenamente nossos potenciais.  Muitas de nossas características permanecem em estado embrionário, latentes, não se manifestando externamente.

Um roteiro individual ou guia que sugere o que nosso Eu Superior tem em mente para nós, o mapa astrológico evoca o “nome celestial”, a verdadeira natureza, a “assinatura cósmica” de cada um.  Mostra o caminho para a descoberta de quem somos verdadeiramente, e em quem poderemos nos tornar quando descobrimos nossos potenciais e talentos ocultos.

Mapa astral – bom ou ruim?

Nada no mapa é considerado bom ou ruim, ele é visto como um todo, consistindo de processos inter-relacionados. Tudo é bom quando no seu lugar no esquema, e relacionado com todo o resto. Todas as indicações astrológicas difíceis têm um nível de manifestação em que atuam de forma positiva.

A astrologia atual, aliando os conhecimentos do passado às descobertas da psicologia moderna está equipada para ajudar o indivíduo a escolher uma profissão em afinidade com o seu eu interior. Uma profissão que seja um meio de realização, fornecendo uma atividade propícia à expressão da personalidade, individualidade e espiritualidade. Ou seja, um caminho que atenda ao “chamado dos deuses”, levando o indivíduo ao encontro de si mesmo e, através do seu crescimento interno, em direção do universo maior.

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